Foto: Site TBS Consultoria
Finanças é um tema muito em alta no momento. E investir no mercado financeiro mostra uma preocupação das pessoas em cuidar do seu próprio dinheiro e fazê-lo render mais. Isto significa que não é sobre ganhar muito, mas sim sobre como você lida com o seu capital, o administra e, assim, o multiplica. Por isso, separei alguns passos e dicas para você começar a investir!
Faça um planejamento financeiro
Fazer um diagnóstico de suas finanças é essencial para quem quer começar a investir. O próximo passo é se organizar, até porque um planejamento financeiro bem feito significa que você tem uma boa noção do que entra e sai de dinheiro do seu orçamento.
E dentro desta organização está o controle de gastos. Corte coisas desnecessárias para economizar dinheiro e começa a se livrar de dívidas, por exemplo. É a partir disso que você saberá o quanto vai poder investir e com que frequência irá investir.
Descubra qual o seu perfil de investidor
Basicamente o perfil de investidor é a forma como você lida com o risco de perder dinheiro. Podemos dividir os tipos de investidor em 3:
- Conservador: prioriza a segurança dos rendimentos e prefere investir em alternativas de baixo risco, pelo receio em perder dinheiro.
- Moderado: é mais aberto a investir em aplicações com um pouco mais de risco, mesmo que goste de segurança.
- Agressivo: não tem receio de arriscar, por isso prioriza a possibilidade de rentabilidade maior, mesmo que os riscos também sejam maiores.
Estude sobre o assunto
É preciso estar ciente de que há vários tipos de aplicações no mercado financeiro, com suas próprias características. Elas se dividem basicamente em dois tipos de produtos:
- Renda Variável: são aqueles em que, quando aplicado, não é possível prever qual será o rendimento. Ao mesmo tempo em que se corre mais riscos, a rentabilidade também pode ser maior. Alguns exemplos são: Ações; BDRs; Fundos de investimentos em ações; Fundos multimercado; Fundos Imobiliários.
- Renda Fixa: são aqueles em que até antes da aplicação é possível prever os rendimentos. É como se você emprestasse dinheiro para uma instituição, seja pública ou privada, a partir de um título e recebesse o dinheiro de volta com juros. Alguns exemplos são: Tesouro Direto; CDB; LCI/LCA; Debêntures; Letras de Câmbio.
Crie uma conta em uma corretora
Como se exige uma série de normas para começar a investir, é interessante buscar por empresas com credibilidade no mercado. Avalie também:
- Preço: As taxas cobradas por ordem executada variam de R$ 50 a zero. Mas há de se considerar também taxa de corretagem, taxa de custódia, taxa para Tesouro Direto, Home Broker e Mesa de Operações, além da taxa de saque.
- Atendimento: Neste aspecto, considere a disponibilidade, os canais e o quanto a corretora está disponível.
- Ferramentas: Lembre-se: nem sempre o que a corretora disponibiliza é tudo o que tem à disposição. Por isso, quanto mais variedade, melhor.
Diversifique os seus tipos de investimentos
Mas porque diversificar? Para não ficar refém de variáveis e crises que prejudiquem um único investimento que você tenha feito. E é isso que pode garantir a boa relação entre risco e retorno da sua carteira.
Além disso tudo, não esqueça que não há um tipo de investimento que seja mais correto que outro. Cabe a você observar e analisar seu orçamento, como você quer investir, que riscos está disposto a correr antes de investir.